domingo, 29 de novembro de 2009

Teatro Meridional



O Teatro Meridional é uma Companhia portuguesa vocacionada para a itinerância que procura nas suas montagens um estilo marcado pelo despojamento cénico e pelo protagonismo do trabalho de interpretação do actor, fazendo da construção de cada objecto cénico uma aposta de pesquisa e experimentação.

As principais linhas de actuação artística do Teatro Meridional prendem-se com a encenação de textos originais (lançando o desafio a autores para arriscarem a escrita dramaturgica), com a criação de novas dramaturgias baseadas em adaptações de textos não teatrais (com relevo para a ligação ao universo da lusofonia, procurando fazer da língua portuguesa um encontro com a sua própria história), com a encenação e adaptação de textos maiores da dramaturgia mundial, e com a criação de espectáculos onde a palavra não é a principal forma de comunicação cénica.

Realizou até à data 31 produções, tendo já apresentado os seus trabalhos em 17 países – Argentina, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Equador, Espanha EUA, França, Itália, Jordânia, Marrocos, México, Paraguai, Timor, Uruguai - para além de realizar uma itinerância  anual por Portugal Continental e ilhas.

Desde 1992, ano da sua fundação, os trabalhos do Teatro Meridional já foram distinguidos 22 vezes a nível nacional e 6 a nível internacional.

Fonte: www.teatromeridional.com

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Pearl S. Buck



É um cântico admirável de esperança e de confiança na vida este belo romance de Pearl Buck que temos a honra de publicar. Para além da sua harmonia formal e da segura organização da narrativa, essa qualidade avulta como um dos traços característicos de Há Sempre um Amanhã. Se toda a obra de Pearl S. Buck é animada por um optimismo construtivo, capaz de retirar da experiência humana a energia necessária para recomeçar permanentemente o itinerário da vida, neste livro pode dizer-se que é essa mensagem o núcleo central. Pearl Buck, a consagrada escritora norte-americana que o Prémio Nobel e o público universal celebrizaram, dá-nos em "Há Sempre um Amanhã" uma das manifestações mais brilhantes da sua carreira que, como se vê por este romance, continua em fase francamente ascensional, justificando o prestígio inalterável de que goza em todo o mundo.

Por, Livros do Brasil, Colecção dois mundos.




Filha de pais missionários presbiterianos, aos 3 anos de idade, em 1892, foi levada pelos pais para a China, onde foi criada. Estudou em Xangai até os quinze anos, tendo um preceptor confucionista, e trabalhou em um abrigo chinês para mulheres escravas e prostitutas. A China a marcou sensivelmente, e evoca a cultura chinesa na maioria de suas obras.

Estudou Psicologia nos Estados Unidos, em 1910, onde se formou em 1914, para depois retornar à China com a finalidade de lecionar na Escola Presbiteriana e cuidar da mãe doente. Casou-se com um especialista americano em agricultura que lá trabalhava. Sua primeira filha nasceu deficiente mental. Viveu na China até a Guerra Civil, no fim da década de 1920, quando, em 1934 foi removida para o Japão e de lá para os Estados Unidos da América, nunca mais retornando à China, tendo ficado desgostosa da política chinesa após a guerra.

Mestre em Literatura pela Universidade de Cornell em 1926, escreveu em 1930 Vento Leste, Vento Oeste, que obteve grande reconhecimento da crítica. Sua obra A Boa Terra, de 1931, vendeu 1,8 milhão de cópias somente no primeiro ano e, por ela, recebeu o Prémio Pulitzer em 1932. Recebeu o Nobel de Literatura de 1938.

Escreveu mais de 110 livros e várias novelas de rádio. Era contemporânea de Sinclair Lewis e Eugene O'Neil, dois grandes escritores norte-americanos. Era tão prolífica que em 1945 escreveu cinco livros e duas novelas de rádio. Muitos de seus livros foram transformados em filmes. Seu estilo combinava prosa bíblica com a saga narrativa chinesa, cuja vida e ambiente eram constantemente presentes em suas obras.

Seu tema mais recorrente era sobre o amor interracial. Seu livro A Flor Escondida tem o mesmo insight da ópera Madame Butterfly, pois a história narra os problemas de uma família japonesa cuja filha se enamora por um soldado americano. Vários de seus livros foram escritos sob o pseudônimo de John Sedges.

Amiga de Eleanor Roosevelt, advogou muito pelos direitos que deveriam ser concedidos às mulheres e pela igualdade racial, bem antes dos movimentos dos direitos civis, nos Estados Unidos. Fundou e dirigiu o "Movimento de Auxílio à China". Pearl S. Buck fez com que a China moderna se tornasse compreensível para os povos ocidentais. Morreu em 1973, aos oitenta anos.

Informações recentes dão conta que, na verdade, nunca conseguiu voltar à China, porque até poucos meses antes de sua morte, o governo chinês ainda lhe negava um visto de entrada, por ela ser considerada 'agente imperialista', e a queda de Mao ocorreu em 1976. Seus livros mostram aquilo de que os próprios chineses ainda não tocam bem: A China rural, de estrutura ainda medieval, na época, o desdém pelas mulheres, a hierarquia da vida em família. Atualmente, os chineses se empenham na sua reabilitação, tanto que em sua antiga residência, na cidade de Zhenjiang, próximo de Xangai, o governo chinês forma um museu em sua homenagem.

Obras principais

Romances:

East Wind: West Wind(1930) (Trad. "East Wind, West Wind|Vento Leste, Vento Oeste")
The House of Earth (Trad. "A Casa da Terra") - formado pela trilogia:
The Good Earth (1931) (Trad. "A Boa Terra" ou, no Brasil, "Terra dos Deuses")
Sons (1932) (Trad. "Os Filhos de Wang Lung")
A House Divided (1935) (Trad. "A Casa Dividida")
The Mother (1933) (Trad. "A Mãe")
Fighting Angel (1935) (Trad. "O Anjo Guerreiro") - biografia de seu pai Absalom Sydenstricker
The Exile (1936) (Trad. "A Exilada") - biografia de sua mãe Caroline
The Patriot (1939) (Trad. “O Patriota”)
This Proud Heart (1938)
Other Gods (1940)
China Sky (1941)
Dragon Seed (1942) (Trad. “A Estirpe do Dragão”[1])
The Promise (1943)
The Townsman (1945) – sob o pseudônimo de John Sedges
Portrait of a Marriage (1945) (Trad. "Retrato de um Casamento")
Pavilion of Women (1946) (Trad. "Pavilhão de Mulheres")
The Angry Wife (1947) – sob o pseudônimo de John Sedges
Peony (1948)
The Big Wave (1948)
A Long Love (1949) – sob o pseudônimo de John Sedges
God's Men (1951)
The Hidden Flower (1952) (Trad. “A Flor Escondida”)
Come, My Beloved (1953)
Voices in the House (1953) – sob o pseudônimo de John Sedges
My Several Worlds (1954) (Trad. "Meus Diversos Mundos")- autobiografia.
Imperial Woman (1956) (Trad. "A Mulher Imperial")
Letter from Peking (1957) (Trad. "Cartas de Pequim")
Command the Morning (1959)
Satan Never Sleeps (1962)
A Bridge for Passing (1962) - autobiográfico
The Living Reed (1963)
Death in the Castle (1965) (Trad. “Morte no Castelo”)
The Time Is Noon (1966)
Matthew, Mark, Luke and John (1967)
The New Year (1968)
The Three Daughters of Madame Liang (1969) (Trad. “As três filhas da Sra. Liang”)
Mandala (1970)
The Goddess Abides (1972)
All Under Heaven (1973) (Trad. “Debaixo do Céu”)
The Rainbow (1974)

Não ficção:

Of Men and Women (1941)
How It Happens: Talk about the German People, 1914-1933, com Erna Pustau (1947)
The Child Who Never Grew (1950) (Trad. "A Criança que nunca cresceu") - sobre a filha excepcional.
For Spacious Skies (1966)
The People of Japan (1966)
The Kennedy Women (1970)
China as I See It (1970)
The Story Bible (1971)
Pearl S. Buck's Oriental Cookbook (1972)

Contos:

The First Wife and Other Stories (1933) (Trad. “A Primeira Mulher e outras Histórias”)
Today and Forever: Stories of China (1941)
Twenty-Seven Stories (1943)
Far and Near: Stories of Japan, China, and America (1949)
Fourteen Stories (1961)
Hearts Come Home and Other Stories (1962)
Stories of China (1964)
Escape at Midnight and Other Stories (1964)
The Good Deed and Other Stories of Asia, Past and Present (1969)
Once Upon a Christmas (1972)
East and West Stories (1975)
Secrets of the Heart: Stories (1976)
The Lovers and Other Stories (1977)
Mrs. Stoner and the sea and others works (1978) (Trad. "A Sra. Stoner e o mar")[2]
The Woman Who Was Changed and Other Stories (1979)

Fonte: Wikipédia

sábado, 22 de agosto de 2009

Trepa no Coqueiro, Escola de Samba



G.R.E.S Trepa no Coqueiro
Uma história de Sucesso

O G.R.E.S Trepa no Coqueiro foi fundado a 2 de Maio de 1978 por António Paixão, o principal elemento dos Fundadores: Isabel Luz, Rosa Andrade, Fernanda Picão, Fernanda do Carmo, Manuela, Angelina Aguiar, Helena Homem, Eduardo Cunha, Jacinto Jorge, José Carlos Freitas, Victor Leonel, Fernando Sabino.

Com fantasias confeccionadas gratuitamente por algumas Mães de desfilantes, assim como alguns dos instrumentos de percussão construídos por elementos da escola, António Paixão funcionário do Hotel do Mar, conta então com o apoio do seu Director-Geral Óscar da Silva, que disponibiliza as instalações do Hotel para as primeiras reuniões e ensaios. Este local foi o ponto de partida para o primeiro Desfile de Carnaval da Escola em 1979, com a participação de 30 elementos.

“Mariposa” e “Trepa no Coqueiro” foram os nomes propostos, mas “Trepa no Coqueiro” seria o escolhido. O Estandarte original, ainda hoje conservado na nossa sede social, tinha sob um fundo branco, uma paisagem de uma baía, simbolizando a Vila de Sesimbra, centrada por 3 coqueiros e ladeada por duas Máscaras que representavam o Carnaval da Vila.

No ano de 1985 o Trepa no Coqueiro inova ao tocar e cantar ao vivo no desfile do Carnaval de Sesimbra, o primeiro samba-de-enredo original “Universo Imaginário”, que se torna um verdadeiro hino da Escola. Reinaldo Nunes é o grande impulsionador do se que irá tornar no futuro um pouco por todo o país, a grande motivação do fenómeno Escola de Samba, o samba-de-enredo.

A primeira sede situava-se no armazém de pesca “Armação da Varanda”. Outras sedes de escolas de samba estavam espalhadas pela vila de Sesimbra, mas em 1987 foi cedida pela Câmara Municipal de Sesimbra a actual sede no Largo 2 de Abril em Sesimbra.

Em 1988 a Escola desfila com o novo Estandarte e uma nova imagem, conservando o mesmo símbolo até hoje, cria as suas duas cores oficiais: o VERDE e o AMARELO e adopta as iniciais GRES. È o principio do caminho para a legalização da primeira Escola de Samba em Portugal.

Em 1989, o GRES Trepa no Coqueiro promove o movimento Plataforma, que pretendia a união de todas as Escolas de Samba de Sesimbra, para juntas se tornarem mais independentes e autónomas, o desfile sofreu uma nova dinâmica, a experiência resultou mas... não continuou por falta de concordância das restantes Escolas.

Em 1990, os 250 elementos defenderam o enredo “Ora Toma” do GRES Trepa no Coqueiro. A Escola de Samba saltou para as primeiras páginas de todos os jornais nacionais era manchete em revistas, notícia em rádio e televisão e toda esta promoção foi determinante para que o trabalho do Trepa tivesse o reconhecimento merecido das entidades locais. Em 1990 tornou-se a escola de Samba mais requisitada do País.

Em 1991 acontece o sonho tão esperado, a legalização.

O enredo “Tá-se nas Tintas” mostrava o estado de degradação do Património Histórico Arquitectónico Nacional. Foi o enredo da mudança no rumo da Escola de Samba Trepa no Coqueiro, a inovação musical com a apresentação de um samba de inspiração afro e a sua legalização como Grupo Recreativo Escola de Samba traz um novo sentido ao fenómeno escola de samba. O samba axé com a sua marcante letra, ainda hoje é cantado por todas as escolas de samba de Sesimbra e é mais um hino do GRES Trepa no Coqueiro. O Carnaval desse ano teve para o Trepa no Coqueiro um sabor amargo e ainda hoje recorda essa terça-feira de Carnaval.

Uma década passou marcada por grandes enredos e por grandes desfiles, “ O Grito da Amazónia”, “ A Guerra”, “Criança A Única Esperança” foi maravilhoso! Cor, alegria e uma animação nunca vistas na Escola de Samba que continua a mexer com Portugal e cada vez mais sintonizada com Sesimbra. Neste ano um Pégaso imaginário e um Rei Leão altivo saem para a rua deixando o público extasiado perante a divina mão de Mário João Sargedas, que ficará para sempre nos corações de todos nós.

A história do Trepa no Coqueiro fica mais uma vez gravada no asfalto da Avenida da Liberdade.

Em 2003, cada vez mais “Juntos e Unidos” os cerca de 200 elementos do GRES Trepa no Coqueiro festejam um quarto de século, a força do Trepa no Coqueiro comemora 25 anos de vida numa festa que Sesimbra nunca havia visto. A partir deste ano o lema da escola começa a fazer cada vez mais a fazer sentido…

”Juntos e Unidos Somos A Força Do Trepa No Coqueiro”

Fonte: Trepa no Coqueiro

Carlos Sargedas, Fotos

O Grupo Recreativo Escola de Samba Bota no Rego



O Grupo Recreativo Escola de Samba foi fundado em 5 de Março de 1976, por um grupo de foliões que se destinavam apenas a se divertir no Carnaval nocturno em Sesimbra.

A pedido dos habitantes da Vila de Sesimbra, como as fantasias eram muito bonitas, começaram a desfilar na terça-feira de Carnaval durante o dia.
A partir dai a Escola num processo de evolução, ano após ano começou a desfilar com características próprias mas sempre tentando colocar na sua forma de desfilar todos os itens que são utilizados nas Escolas do Rio de Janeiro.
Cresceu como Escola de Samba e também como instituição. Merecendo esse reconhecimento por parte da Câmara Municipal de Sesimbra com a Medalha de Mérito Municipal (Grau Bronze) em 2001.

Hoje com 33 anos de existência, o “ Bota” (nome como é conhecido em Sesimbra) é das Escolas que mais shows realiza de Norte a Sul de Portugal, bem como algumas apresentações e aparições televisivas (ex: RTP, 1 RTP 2, SIC, SIC Noticias, TVI, TV RECORD, RTP AFRICA), conseguindo também a sua primeira Internacionalização em 2006, quando convidado a fazer parte de um programa da TV GALIZA (Espanha)

O G.R.E.S. Bota no Rego é a Escola de Samba mais antiga de Portugal, orgulha-se dessa honra, luta pela criatividade e originalidade dentro da escola, incentivando essa veia cultural, do músico e do artista que uma associação se deve reger, desde as suas fantasias, enredos e sambas enredos originais, desde o trabalha diário em prol do Samba e do Carnaval em Sesimbra, em Portugal e no Mundo.
Cultiva também a admiração, o respeito e a amizade pelas Escola irmãs, e mais importante ainda, pelos amigos espalhados por esse país que as compõem.
No dia 1 de Outubro de 2008 fundou a Academia de Musica que neste momento alberga 40 alunos distribuídos por vários instrumentos, e consequentemente surgiu a nossa Orquestra Bota Big Band que já conta com 7 espectáculos.
Realiza nos Santos populares uma marcha popular e vai brevemente criar um grupo de teatro.



A escola de samba é o ex-líbris da nossa colectividade, é sem dúvida a actividade que neste momento alberga o maior número de pessoas.
E nossa escola está em constante actividade, não passa um mês que não realize uma actuação, sendo que em alguns meses tem mais de 6 actuações.

Dedica-se a formação de jovens em várias áreas no samba desde coreografias, samba no pé, bateria entre outros.

A bateria é a ala na escola que mais pessoas tem neste momento, alberga cerca de 55 associados que são coordenados pelo director de bateria Ricardo Alves (mestre chora).

A escola de samba realiza vários tipos de espectáculos, desde pagodes em bares hotéis e restaurantes, shows em palcos grandes onde interpreta vários sambas e mostra os retrospectiva de várias fantasias do Carnaval onde fazem parte as passistas e figuras de destaque, realiza também desfiles de rua, desfiles estes que já envolvem mais de 50 pessoas (numero dependente do organizador do desfile).

No carnaval o G.R.E.S. Bota no rego á 4 anos esta parte desfila no carnaval com um número que vária entre os 200 e os 250 elementos.

Academia de Música

A academia de música é um projecto ambicioso que tem como objectivo educar musicalmente todos os interessados pela música.

Tem a sua data de fundação no dia 1 de Outubro de 2008, onde no mesmo dia já contava com 20 inscrições. Hoje alberga 40 alunos de várias faixas etárias distribuídos por 3 professores.

As aulas são dadas no clube sesimbrense e na nossa sede.

Para de inscrever basta fazer-se sócio da colectividade e pagar uma quota mensal de €10.

A coordenadora de todo este projecto á a professora Ana Luísa, que dá aulas de segunda a sexta das 17:30 às 20:30.

A Maria da luz dá aulas de flauta transversal ao sábado de manhã, bem como o professor de bateria Hugo que dá aulas de bateria também ao sábado de manhã.

Bota Big Band

O projecto bota big band é um projecto inédito em Portugal, tem como objectivo criar uma banda marcial no seguimento do que se faz em alguns paises nomeadamente na Nova Zelândia, E.U.A., Reino Unido, entre outros.

É um objectivo a médio longo prazo visto que ainda não temos o número de músicos e bailarinos(as) necessários para realizar este tipo de espectáculos, mas com certeza que a formação da academia de música vai dar os seus frutos, criando assim jovens músicos para abraçar este projecto.

Esta criação da bota big band, enquanto não atinge o objectivo final, vai realizando concertos com os vários músicos que abraçaram este projecto sob o comandando do amigo e maestro Diogo Fadista. Realizou a sua primeira actuação no dia 1 de Outubro de 2008 no clube sesimbrense, no dia 13 de Dezembro de 2008 no cine teatro João Mota no nosso teatro de natal, 6 de Janeiro de 2009 no jardim de Sesimbra no dia de reis (organização da C.M. Sesimbra), no dia 16 de Abril no cine teatro João Mota a convite da assembleia municipal de Sesimbra numa homenagem a Conde Ferreira tocando um reportório do sec. XIX, participou em conjunto com a bateria da escola de samba nas cerimónias do 25 de Abril, tocando 2 temas de Zeca Afonso, vai estar presente no torneio internacional de Andebol, Futsal e Basquetebol de Alcochete no dia 26 de Junho

Com um reportório variado a nossa orquestra está disponível para realizar espectáculos em todo o país, e com facilidade de se adequar a vários tipos de propostas.

Teatro

Os elementos que fundaram o G.R.E.S. Bota no Rego, além de gostarem muito do carnaval tinham o gosto pelo teatro e apresentavam por ano algumas peças.

No dia 13 de Dezembro de 2008 realizámos a nossa festa de natal no cine teatro João Mota e apresenta-mos um teatro para crianças. O gosto pelo teatro contagiou várias pessoas, e desde logo nasceu a ideia de criar um grupo que pudesse representar de uma forma mais profissional a nossa colectividade.

As coordenadoras deste projecto são a Jesus Aldeia que está connosco desde a fundação e realizou peças nos primeiros anos desta colectividade, e a Graça Pólvora que é licenciada e tem muita experiência nesta área.

Este projecto vai ser apresentado aos sócios após a realização dos santos populares.

Fonte: Bota no Rego

Anime





A Anime é um projecto que tem como objectivo a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos promovendo o Associativismo, entendendo este como uma forma de congregação de esforços para atingir um dado fim;

de valores de solidariedade e de igualdade, como um processo formativo de homens e mulheres livres e participativos, fomentando atitudes e comportamentos não discriminatórios, sejam eles de raça, sexo, crenças políticas, religiosas ou quaisquer outros;

da educação intercultural, como expoente da relação entre povos e culturas, respeitando a diversidade cultural;

da defesa e conservação do meio ambiente, como atitude de cidadania para garantir um futuro equilibrado e harmonioso para todas as espécies, incluindo a nossa.

A Anime entende que o associativismo pode ser uma das formas mais vantajosas de estimular a cooperação na sociedade actual, sendo esta encarada como um factor de mobilização de cidadãos intervenientes. Essa mobilização poderá ser interpretada de diversas formas em função das necessidades específicas dos grupos ou comunidades envolvidos, ou seja, irá tentar adaptar-se às diferentes realidades socioculturais em presença em cada momento, permitindo, entre outras, actividades de carácter lúdico, desportivo e cultural.
Desta forma, a grande aposta do projecto Anime reside numa proposta de Intervenção Global a desenvolver em três fases:

Diagnóstico - Intervenção - Acompanhamento

Para a prossecução destes objectivos, a Anime terá uma estrutura com um carácter progressivamente profissionalizado, baseada na colaboração de pessoas habilitadas e com experiência nas diversas áreas de intervenção. No entanto, este carácter profissional será sempre norteado pelos princípios e valores contidos no projecto e atrás mencionados.

A Anime tem como principal metodologia de intervenção trabalhar com os protagonistas do associativismo no sentido de reforçar as dinâmicas locais e contribuir para o desenvolvimento de actividades e oportunidades numa perspectiva de mobilização e valorização dos recursos locais, materiais e humanos.



Fonte: Anime

A União Desportiva e Recreativa da Quinta do Conde

UNIÃO DESPORTIVA E RECREATIVA DA QUINTA DO CONDE

A União Desportiva e Recreativa da Quinta do Conde nasceu no dia 10 de Julho de 1985, da fusão de duas das mais antigas e prestigiadas colectividades da Quinta do Conde: Associação Condense Futebol Clube e Leonenses Futebol Clube.



ASSOCIAÇÃO CONDENSE FUTEBOL CLUBE

Nos primeiros anos do povoamento, os jovens da Quinta do Conde tinham pouco por onde escolher para a ocupação dos tempos livres. Não surpreende, pois, o facto de serem os próprios jovens a criar e organizar as suas competições desportivas, principalmente encontros de futebol. Convidavam os adversários, solicitavam um campo de futebol, providenciavam equipamentos, árbitros, transportes, enfim tudo. Por vezes surgiam inesperados obstáculos que era preciso ultrapassar. E foi na sequência dum entrave havido com equipamentos, que no dia 31 de Agosto de 1976, no “Café 1º de Janeiro” que existia no lote 1516 do Conde 1, um grupo de jovens onde pontificavam João Narciso Brito, Fernando Narciso Brito, António Mestre Rosa, João Trindade, José Francisco Rosa, Vítor Magalhães, José Figueiredo, José Reis, António Lança, Leonel Matias, José Silva, entre outros, decidiu formar um clube. As primeiras reuniões foram no "Café Canga" (Lote 1040/C1), de Fernando José Brito. A seguir, alugaram por 5.000$00 mensais, um armazém, no lote 3187, no Conde 3. Os estatutos foram aprovados com base numa proposta elaborada pelo professor Pinhão. Para emblema surgiram três propostas, tendo sido escolhida a proposta do António José Duarte.

Só mais tarde, a 9 de Outubro de 1978, se efectuou a escritura de constituição da “Associação Condense Futebol Clube”, subscrita por: António Miguel da Costa Romão, Nuno Álvaro Soares, José Eduardo Soares Figueiredo, António Ângelo Pinhão Lopes da Cruz, Jorge Manuel, Simplício de Oliveira Mineiro, José Maria dos Reis, João Manuel Lopes Lameira e Norberto Martins Guerreiro, que tinha por objectivo “a promoção pessoal dos sócios, através da educação física e desportiva e da acção recreativa e intelectual, visando a sua formação humana integrada, encontrando-se aberta a pessoas de ambos os sexos”. O registo no Diário da República foi a 30 de Novembro de 1978.

Apesar da denominação registada, o clube sempre foi conhecido por “Condenses Futebol Clube”.



Criaram-se secções de futebol, atletismo e ténis de mesa, obviamente modestas, dadas as limitações. Efectuavam-se festas de vário tipo, pelo carnaval, 25 de Abril, natal, tendo geralmente como alvo as crianças. A regular realização de bailes, constituía a principal fonte de receitas, dado que estes eram geralmente muito participados. Tinham lugar na sede ou sob o pinheiro manso, em recinto previamente vedado com canas. Os jogos de futebol realizavam-se geralmente no campo da NATO, no Marco do Grilo, após prévio pedido. Na escritura de constituição consta já a sede nos lotes 185/186 do Conde 1, então prometidos pelo industrial António Xavier de Lima, mas, durante a existência dos “Condenses” os trabalhos realizados limitaram-se ao abate dos pinheiros e construção dum muro de vedação.

Os “Condenses” tiveram como presidentes da Direcção, sucessivamente: Simplício Mineiro, António Miguel Romão, José Madeira Fernandes e por fim, a assinar a fusão, Eugénio Pires.

Na imprensa regional da época, nomeadamente no jornal “A Voz de Palmela”, encontram-se várias referências aos “Condenses”. Por várias vezes os dirigentes dos Condenses e da Associação foram questionados sobre a eventualidade duma fusão. Em Agosto de 1981, os Condenses, comemoraram condignamente o seu 5º aniversário. Entre as iniciativas contou-se uma prova de atletismo, a Meia Maratona Setúbal Quinta do Conde, que foi ganha por Armando Aldegalega, do Sporting. A seguir, porém, a inércia tomou posse do clube e o declínio tornou-se evidente.

LEONENSES FUTEBOL CLUBE

Sobre os Leonenses Futebol Clube, a primeira citação publicada que foi possível consultar, refere-se à comemoração do 3º aniversário, e está registada no jornal “A Voz de Palmela” de 12 de Setembro de 1979.

A constituição oficial do clube, porém, só se realizou a 23 de Dezembro de 1983, e foi subscrita por: Afonso Pinheiro, Manuel Sebastião Varela, Manuel Correia, Alberto José Correia, Francisco Mendes Freitas, Francisco José Serranita Cascalho, João Emílio Jesus Oliveira, António Lúcio Subtil, Álvaro Conceição Barreto, José Augusto dos Santos Pinheiro e Daniel Fernandes Amaro. Dos objectivos consta: “a prática do desporto em geral e actividades recreativas, através de iniciativas próprias ou colaborando com outras entidades públicas ou privadas na prossecução dos seus ideais programáticos”.

O nascimento dos Leonenses, segundo o seu primeiro constituinte, remonta a 8 de Setembro de 1976, quando um grupo de jovens moradores da Quinta do Conde iniciou uns desafios de futebol. Dividiam-se em duas equipas. De um lado os Leonenses Futebol Clube e do outro os Tirsenses Futebol Clube. A 2 de Abril de 1979, defrontaram-se num jogo muito especial. Para além de um trofeu (uma bota de futebol em barro), a equipa vencedora dava nome à Associação que decidiram formar. Ganharam os Leonenses. Eram miúdos com idades entre os seis e os doze anos (José Augusto dos Santos Pinheiro, Pedro Roque de Jesus Landeiro, João Afonso dos Santos Oliveira, Carlos Manuel dos Santos Aguiar, Henrique Sanches Manso, Hélder José Sanches Manso, Manuel Joaquim dos Reis Liberato e Rui António Mania).



A actividade dos Leonenses não se resumiu ao futebol. A secção de ginástica movimentou centenas de praticantes. O karaté e o atletismo foram secções com razoável dinâmica. No campo cultural, o Rancho Folclórico “Estrelinhas dos Leonenses”, foi o primeiro rancho folclórico da Quinta do Conde. O Rancho Infantil iniciou os ensaios no final de 1983, sob a direcção de Manuel Nunes Meireles, Cristina Meireles e Ana Paula Pinheiro, que haviam praticado folclore em Mulhouse (França). Apresentou-se pela primeira vez em público nas festas de carnaval na Quinta do Conde, entre 3 e 6 de Março de 1984. A seguir actuou no Largo do Município em Sesimbra, nas festas comemorativas do 10º aniversário do 25 de Abril. Entre as muitas actuações deste grupo sabe-se, através da imprensa, que actuou a 30 de Setembro, em festa promovida pelos Leonenses e no ano seguinte novamente pelo 25 de Abril, em Sesimbra. Os pioneiros do folclore na Quinta do Conde, contavam então entre 6 e 11 anos e foram: Abílio Monteiro, Alexandra Almansa, Carlos Sacramento, Dora Gomes, Elsa Brito, Fernando Brás, Hélder Mira, Lígia Costa, Luís Gonçalves, Marco Amaro, Marlene Pinheiro, Nuno Pinto, Pedro Silva, Rita Nicolau, Roberto Mira, Rui Gomes, Rute Lopes, Sérgio Chambel, Sílvia Lopes, Sónia Baião, Sónia Carvalheira e Vanda Correia. O passo seguinte - a criação do rancho adulto – foi comprometido por convulsões a que não foi alheia a fusão concretizada em 1985.

Em 1984, foi organizado pelos Leonenses um imponente corso carnavalesco na Quinta do Conde.

Mas, foi no ciclismo que o Leonenses Futebol Clube mais brilhou. Chegou a dispor da melhor equipa de ciclismo do Distrito de Setúbal e a organizar provas de excelente nível, como o foram as cinco edições da Prova da Quinta do Conde. Em 1983, eram dos Leonenses, os campeões distritais das categorias de infantis (João Correia), cadetes (Francisco Carvalho), juniores (Serafim Vieira) e seniores (Luís Andorinha). Neste capítulo, uma referência para o ciclista Orlando Rodrigues, vencedor de duas edições da Volta a Portugal, foi atleta dos Leonenses, na categoria de cadete, em 1985. O Clube filiou-se inicialmente na Associação de Ciclismo do Sul e, em 1985, participou na fundação da Associação de Ciclismo do Distrito de Setúbal.

Afonso Pinheiro já dirigia o clube antes da sua constituição oficial e foi o único presidente de direcção, que a colectividade teve.

Instalações condignas constituíam a principal dificuldade dos Leonenses. A sede era num rés-do-chão alugado no lote 532 do Conde 1. A Associação Condense tinha prometidos dois lotes de terreno, mas, agonizava de dia para dia. Ponderados os factos, optou-se pela fusão.



UNIÃO DESPORTIVA E RECREATIVA DA QUINTA DO CONDE

Por escritura de fusão da “Associação Condense Futebol Clube”, com os “Leonenses Futebol Clube”, realizada a 10 de Julho de 1985, foi criada a União Desportiva e Recreativa da Quinta do Conde, com o seguinte objectivo “actividades de prática do desporto em geral e actividades recreativas e culturais, através de iniciativas próprias ou colaborando com outras entidades públicas ou particulares”. Sediou-se inicialmente nas instalações alugadas dos Leonenses (lote 532/Conde 1). Foram eleitos a 13 de Julho de 1985, os primeiros Corpos Gerentes da colectividade: Manuel Sebastião Varela (Presidente da Mesa da Assembleia Geral), Afonso Pinheiro (Secretário da M.A.G.) Manuel José Dias Marinho (Secretário da M.A.G.), Francisco Serranita Cascalho (Presidente da Direcção), Maria Luísa Sousa Rocha (Secretária da Direcção), Joaquim José Marques (Tesoureiro), Manuel Nunes Meireles (Folclore), Fernando Serpa (Obras), Jacinto Carrilho (Lutas), Eugénio Pires (Atletismo), Armando Pimenta (Festas/Sala), António Lopes (Bar), Simplício Mineiro (Futebol), Clara Cascalho (Ginástica), João Oliveira (Presidente do Conselho Fiscal), José dos Santos Ramos (Conselho Fiscal) e Daniel Amaro (Conselho Fiscal).

A União Desportiva e Recreativa da Quinta do Conde inscreveu na Associação de Futebol de Setúbal a primeira equipa de futebol da Quinta do Conde em 1985, tendo-se classificado em último lugar, entre oito equipas, no Campeonato Distrital da 3ª Divisão da época 85/86. 2 vitórias, 3 empates e 9 derrotas; 21 golos marcados e 32 sofridos foi o saldo dessa época. Depois dum ano de interregno, o clube regressou à competição federada em 1987 e foi campeão da 3ª Divisão Distrital. Na época seguinte, na 2ª Divisão Distrital, o clube foi infeliz tanto no capítulo desportivo como disciplinar: último lugar na classificação e nota muito negativa em disciplina, com o clube, dirigentes e jogadores a sofrerem pesadas penalizações. Foi criada uma secção de cicloturismo, e esta equipa participou em diversos encontros realizados de norte a sul do país. O Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Região de Sesimbra está ligado à colectividade, desde a sua criação.

A União construiu em 1985, um campo de futebol de onze, em terrenos no concelho de Setúbal, cedidos temporariamente por António Xavier de Lima, porém, esse campo foi abandonado após a inauguração a 24 de Agosto de 1985, depois de significativos investimentos. A 10 de Dezembro de 1988, foi betonado o 1º pilar da sede definitiva – nos lotes 185 e 186 do Conde 1 - uma obra projectada pelo Arquitecto Augusto Pólvora, que prevê um edifício de dois pisos. Com o final duma primeira fase das obras e algumas adaptações, foi possível transferir a sede da União para este local, a 11 de Julho de 1992. No dia 20 de Novembro de 1996, efectuou-se a escritura de doação dos lotes 185 e 186, por parte de António Xavier de Lima à União Desportiva e Recreativa da Quinta do Conde, representada no acto por: Daniel Amaro, João Bento, Francisco Raposo e Laurindo Espinha.

No final de 2004, com a inauguração de mais uma fase da sede - o pavilhão situado na ala esquerda do edifício – foi possível implementar novas actividades desportivas, destacando-se de entre estas a secção de “Lutas Amadoras”. Na época de 2005/2006, a União regressou ao futebol federado, desta vez com uma equipa de futsal.

Presidiram às Direcções da União Desportiva e Recreativa da Quinta do Conde sucessivamente: Francisco Cascalho, Lizandro Trafaria, Vítor Loureiro, Ernesto Barros, Francisco Raposo, João Cabral e Francisco de Lemos.

Fonte: UDRQC, por Vítor Antunes

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Associação para o desenvolvimento da Quinta do Conde



História da A.D.Q.C.

Todas as instituições têm no seu passado, um conjunto de acontecimentos que conduziram à criação de uma Colectividade ao serviço daqueles que constituem a comunidade onde se insere. A A.D.Q.C. não é excepção e foi a partir de um conceito com um propósito diferente que se acabou por fundar uma Colectividade em que o número de praticantes tem aumentado de ano para ano, bem como a interacção com a comunidade.

A Constituição

A 3 de Agosto de 1974, realizou-se, no "Café Pão Quente" Lote 456, Boa Água uma Assembleia Democrática de moradores e possuidores de lotes na Quinta do Conde, a fim de debater a forma de resolver os principais problemas que preocupavam os moradores da Quinta do Conde, entre os quais se destacavam a falta de água e de electricidade. De acordo, com a acta dessa reunião, compareceram cerca de duzentas pessoas, tendo sido eleita uma Direcção composta por: João Ferreira, Manuel Antunes Joaquim, José Augusto Santos, Manuel Júlio Carminho Cordeiro, Augusto Amador Polícia e Augusto Delmar Gonçalves.Era muito vasto o tipo de assuntos que então se discutiam nas reuniões que se realizavam aos sábados na denominada sede provisória, com a presença de grande número de interessados.Na terceira reunião (17/8/74), decidiu-se criar a Associação para o Desenvolvimento da Quinta do Conde e iniciou-se a elaboração dos estatutos. A escritura de constituição foi realizada a 16 de Abril de 1975, subscrita por José de Jesus, Carlos José de Costa Junior e Norberto Martins Guerreiro.Durante ano e meio a Associação desempenhou relevante papel de porta-voz de algumas aspirações da população. A gestão da Água, a criação de um Posto de Saúde, a criação da primeira Escola Primária, a distribuição domiciliária de Correio, foram algumas das batalhas travadas com sucesso.

As Sedes Provisórias

Entretanto a Associação ía conhecendo sucessivas "Sedes Provisórias". No inicio de 1975 passou para os pavilhões escolares do Conde 3; Mais tarde, para os escritórios em frente ao Restaurante da Quinta do Conde. Funcionou também, entre outros locais, nos lotes 731, 789 e 993, todos na Boa Água. A partir de 1984 passou a funcionar na Avenida de Negreiros onde tem hoje o seu complexo desportivo.

Estatutos

Quando foi criada, a Associação inscreveu nos seus objectivos publicados no Diário do Governo a 14 de Maio de 1975: "colaborar na promoção sóciocultural e económica dos moradores da Quinta do Conde, por iniciativas directas ou prestando, para o efeito, aos organismos oficiais a cooperação que lhe for pedida e permitida, designadamente propondo-lhes planos, estudos e sugestões para a concretização daqueles objectivos e, em especial, para a criação de infra-estruturas de interesse colectivo, como sejam o estabelecimento ou o melhoramento da rede de Água potável, Electricidade, Esgotos, instalação de Correios, Telefones, Escolas, Bibliotecas, Mercados, Jardins, Ginásios, etc.

Porém, os fins a que inicialmente a Associação se propunha foram rapidamente alterados. Em reunião conjunta da Associação para o Desenvolvimento e Comissão de Moradores da Quinta do Conde, realizada a 25 de Fevereiro de 1976, decidiu-se que as tarefas de carácter urbanístico ficariam a cargo das Comissões de Moradores, enquanto para a Associação ficava a promoção de desporto, cultura e recreio. Com esta alteração, registada no Diário da República a 12 de Novembro de 1979, o objectivo passou a ser o seguinte: "A Associação tem por finalidade colaborar na promoção SócioCultural, Recreativa e Desportiva dos moradores da Quinta do Conde, por iniciativas directas ou prestando para o efeito aos organismos oficiais a cooperação que lhe for pedida e permitida, designadamente propondo-lhes planos, estudos e sugestões para a concretização daqueles objectivos e, em especial a criação de infra-estruturas de interesse colectivo."

Finalmente, por escritura de 22 de Janeiro de 1991, os estatutos foram totalmente alterados e adequados assim como o regulamento interno, às funções de uma Colectividade que promove o desporto, o recreio e a cultura.

Atendimento

Horário de funcionamento da Secretaria:

Segunda a Sexta:

Das 09H00 às 12H30

Das 16H30 às 21H00

Contactos:

Telefone/Fax: 21 210 07 12

Telemóvel: 91 849 83 85 (Permanente)

E-mail:

adqc.geral@adquintadoconde.com
adqc.presidente@adquintadoconde.com
adqc.futebol@adquintadoconde.com

Fonte: ADQC

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O Grupo Desportivo de Sesimbra



HISTÓRIA

FUNDAÇÃO:

O Grupo Desportivo de Sesimbra (GDS) foi criado em 10 de Agosto de 1947, resultante da fusão de três clubes de futebol de Sesimbra: União Futebol Sesimbra, Vitória Futebol Clube e Ases Futebol Clube, fundados respectivamente em 27/11/1915, 20/11/1927 e 5/4/1931.

Já então, nalgumas cidades e vilas, se tinham criado diversos clubes resultantes, justamente, da fusão de outros, dado que foram vários os dirigentes e associados que chegaram à conclusão que a forma mais eficiente para o progresso do desporto passaria pela congregação de esforços no sentido de se criarem clubes que pudessem vir a ter maior projecção.

Os sesimbrenses acompanharam essa evolução e, depois de várias e difíceis reuniões preparatórias, os dirigentes e associados mais sensatos conseguiram convencer os mais renitentes e chegaram finalmente à conclusão de que, para Sesimbra alcançar maior projecção ao nível do desporto nacional, só deveria haver um único clube. Esse clube viria a designar-se por Grupo Desportivo de Sesimbra.

Dirigido até 23 de Janeiro de 1948 por uma Comissão Administrativa constituída por: Presidente, Alferes Joaquim Pinto Braz; Vice-Presidente, Francisco Garcia Regêncio; Tesoureiro, Celestino Franco Cheis; Secretário Geral, Mário Augusto Torres Águas; Vogais, João Pereira Ramada Crespo, Cândido das Chagas Farinha, Carlos de Sousa Farinha, Pedro da Silva Filipe, Fernando Reis Marques, Carlos Marinheiro Cândido, Rogério Cardim Carvalho e Policarpo Gomes Severo e, em Assembleia Geral, presidida por António de Sousa Carvalho e realizada no antigo cinema de João Baptista Mota, homem sempre pronto a auxiliar todas as iniciativas, clubes e Instituições de Sesimbra, foram eleitos os seguintes corpos gerentes:
Assembleia Geral: Presidente, João Pereira Ramada Crespo; Vice-Presidente, Francisco Garcia Regêncio; 1º Secretário, Fernando Reis Marques; 2º Secretário, Celestino Franco Cheis; Suplentes, Adelino Pereira Marques, Carlos Encarnação Estevão Alves.
Direcção: Presidente, Tenente Joaquim Pinto Braz; Vice-Presidente, Mário Augusto Torres Águas; Tesoureiro, Cândido das Chagas Farinha; 1º Secretário, Carlos Sousa Farinha; 2º Secretário, Pedro da Silva Filipe; Vogais, Carlos Marinheiro Cândido, Policarpo Gomes Severo; Suplentes, José da Cruz Fernandes Pinto, Manuel Gomes Marcelino e Emílio Pinto Embaixador.
Conselho Fiscal: Presidente, Mário Neves Varandas; Secretário, António Carlos Abreu; Relator, Cristino Cagica Pinto; Suplentes, Geremias Pinto e Manuel Zegre Neto.

Não foi tarefa fácil para os dirigentes, até porque o que se pretendia então, não era criar uma equipa de futebol mais forte, mas sim fomentar na juventude o gosto e interesse pela prática de todos os desportos e sobretudo a criação de escolas de ginástica para ambos os sexos e idades, visto que em Sesimbra nem sequer nas escolas oficiais a mesma se ministrava.

Não obstante, o clube ascendeu à 2ª Divisão Nacional, em 21 de Junho de 1967, na modalidade de Futebol (seniores), tendo anteriormente conquistado a Taça “Mundo Desportivo” em 1947-48 e o título de Campeão Distrital de Setúbal em 1949-50, 1950-51, 1952-53 e 1966-67, entre outros.

O GÍMNO-DESPORTIVO DE SESIMBRA

Naquela época já se verificava, até nos antigos clubes de Sesimbra, o gosto pela prática do Voleibol, Basquetebol, Hóquei em Patins, Atletismo, Ciclismo, etc., mas as condições de trabalho eram precárias, o que levou o GDS a encarar de frente o preenchimento de tal lacuna.

Criou-se uma modestíssima classe de ginástica que funcionava numa sala cedida pela Santa Casa da Misericórdia e os sócios Adelino José de Carvalho e José Franco Cheis, construíram um pequeno “Rink” (assim eram designados os espaços destinados à prática de modalidades sobre patins) de Patinagem, inaugurado por Edithe Cruz em Patinagem Artística e um jogo de Hóquei em Patins entre as equipas da Associação Académica da Amadora e do Ateneu Comercial de Lisboa.

Começa, nesta altura, a fervilhar a ideia de que só construindo um Pavilhão Gimno-Desportivo com instalações adequadas para a prática desportiva em recinto coberto e funcionamento de escolas de Educação Física e que simultaneamente dispusesse de instalações para os associados, seria possível que o jovem GDS cumprisse o verdadeiro objectivo que levara à sua criação.

O GDS não podia, nem conseguia ser excepção, até porque, sem a construção do seu Gimno-Desportivo, aspiração de todos os sesimbrenses quase desde a sua fundação, a sua sobrevivência perigava, como perigou, quando as suas equipas de futebol mais representativas não conseguiam as classificações ambicionadas.

Deste modo, só em 22 de Abril de 1977, é oficialmente inaugurado o Pavilhão Gimno-Desportivo com as honrosas presenças do Ministro de Estado, Prof. Henrique de Barros; da Educação, Dr. Souto Mayor Cardia; da Administração Interna, Tenente-Coronel Costa Braz; da Habitação e Urbanismo, Eng.º Eduardo Ribeiro Pereira; Secretário de Estado da Juventude e Desportos, Prof. Joaquim de Sousa; Governador Civil de Setúbal; Director da Urbanização de Setúbal, Eng.º Barbosa de Matos; Presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Ezequiel Lino; Comité Olímpico Português; Ginásio Clube Português, Emílio Santos Lapa, além de inúmeras representações de grandes e pequenos clubes, entidades federativas e das várias modalidades desportivas.

A efeméride foi assinalada com um grandioso Sarau de Ginástica que contou com a exibição de algumas centenas de ginastas das classes mais representativas do Ginásio Clube Português e, em 4 de Junho de 1977, ainda dentro das manifestações de todas as modalidades desportivas que ficaram a marcar a inauguração, o Instituto dos Pupilos do Exército ofereceu também à população de Sesimbra um magnífico Sarau recheado de óptimos ginastas.

Muitos foram os sesimbrenses, desde particulares a empresários, passando pelos pescadores e entidades oficiais que, de uma maneira ou de outra, contribuiram para a construção daquela infraestrutura e que hoje merecem o agradecimento e reconhecimeto de todos quantos beneficiam directa e indirectamente da sua existência.

AS ÚLTIMAS DÉCADAS

Com a evolução dos anos o Grupo Desportivo de Sesimbra foi-se assumindo como o verdadeiro embaixador desportivo do Concelho, congregando várias centenas de atletas, ao serviço de várias modalidades, que transmitiram ao mundo a sua verdadeira dimensão.

Enquanto que o Futebol continuou a ser a modalidade principal do Clube surgiram, entretanto, novas modalidades e com elas novos êxitos desportivos, assumindo-se o Hóquei em Patins como um grande pólo de dinamização de jovens e de divulgação para Sesimbra.

A conquista do Título Nacional da 2ª Divisão, a vitória na Taça C.E.R.S. (semelhante à Taça U.E.F.A.), em 1981, para além de diversas participações em Taças Europeias, marcaram o percurso de uma modalidade muito acarinhada pelos sesimbrenses.
Ao longo do tempo esta modalidae tem conquistado muitos títulos, desde os jovens até aos seniores, realçando-se inúmeros títulos Regionais, Distritais e Nacionais, não esquecendo o habitual “Torneio Praias de Sesimbra” que, em 2003, atingiu a sua 18ª edição.

Actualmente, a estrutura do Hóquei em Patins é composta por uma Escola de Patinagem e tem em actividade todos os escalões da modalidade, incluindo uma equipa na categoria de seniores femininos.

A Ginástica também tem dado os seus frutos, principalmente os Trampolins, que ao longo dos anos têm prestigiado o Clube, com diversos títulos Regionais e Nacionais, para além de uma atleta – Lurdes Sousa – Vice Campeã da Europa em Trampolins. No total, foram várias centenas de ginastas que, durante os anos 80 e 90, representaram o G.D.S. de forma digna e honrosa.

Outras modalidades como o Andebol, a Patinagem Artística, o Basquetebol e o Halterofilismo, também marcaram o seu percurso ao longo dos 56 anos de vida do G.D.S..

O Judo nasce no Sesimbra para trilhar um caminho bonito e decisivo na formação de atletas, contando no seu historial com dois Campeões Nacionais, Sérgio Pereira e Joana Pereira (esta última em 2003). Tendo obtido inúmeros êxitos merecedores de destaque, o Judo tem reflectido o trabalho e a dedicação dos seus responsáveis angariando cada vez mais atletas.

O Voleibol, outra modalidade importante na vida do Clube e que tem conseguido atingir, ao longo destes últimos anos, um nível invejável no âmbito da formação, onde jovens licenciados e treinadores têm colocado em prática um plano de trabalho de qualidade.

Com grande prestígio já granjeado esta modalidade, que movimenta centenas de atletas, tem no projecto Gira-Volei, outra face do seu trabalho envolvendo o Clube, a Federação Portuguesa de Voleibol, a Autarquia e as Escolas.

Numa época em que mais uma página da nossa história acaba de ser escrita, é com satisfação que recordamos o trabalho desenvolvido pelos escalões de formação do nosso Futebol, o qual tem primado pelo rigor e pela qualidade, contribuindo de forma decisiva para os últimos sucessos alcançados.

Ao longo dos últimos anos, as sucessivas vitórias históricas do Futebol Juvenil, em diversas categorias, a manutenção dos Seniores nos Nacionais, a actividade da nossa “Escola de Futebol Valdemar Laranjeiro dos Santos” e os vários contributos prestados ao Futebol Distrital e Nacional traduzem o empenho de centenas de dirigentes, técnicos, atletas, funcionários e associados que, de alma e coração, se dedicam ao seu Clube.

O aumento do património e a consolidação de inúmeros projectos constituem reais motivos de orgulho e revelam-nos como, ao longo do caminho percorrido, todos os dirigentes têm sabido dignificar e honrar o G.D.S..

Porque um grande Clube se ergue em muitas vertentes, a construção da “Piscina e Sala de Desporto”, fará parte importante de um complemento decisivo para a continuação da prestigiosa história do nosso Sesimbra.

Fonte: GDS





Grupo Desportivo de Alfarim



Historial

Em 5 de Junho de 1976, nascia em Alfarim, pequena aldeia do Concelho de Sesimbra, um Clube Desportivo, fundado na carolice de uns tantos, cientes de que o mesmo poderia e deveria contribuir para o bem-estar da população local, que tão espontaneamente recebeu a sua fundação.

O Grupo Desportivo de Alfarim é obra dos seus associados e dirigentes e de quantos com o seu labor e trabalho contribuíram para que seja cada vez maior.

De uma pequena sede, então alugada, o Clube possui hoje um admirável património onde pontificam um Pavilhão Gimnodesportivo, um Complexo Desportivo com iluminação própria, que dispõe de dois Campos de Futebol de onze, sendo um deles dotado de um Piso de Relva Sintética de última geração, court de ténis (a relocalizar) e pista de atletismo, numa sequência interminável de obras, umas a seguir às outras, que tanto têm valorizado o Clube e que só foram possíveis pela grande capacidade de trabalho das gentes de Alfarim e do apoio sistemático e carinhoso da Câmara Municipal de Sesimbra, um baluarte na construção deste Clube.

Eis as Datas mais importantes que fazem a História do Clube:

05 de Junho de 1976
Fundação do Grupo Desportivo de Alfarim:
São SÓCIOS FUNDADORES:
- José Fortunato Costa;
- Glicínio Marques Rodrigues;
- José Domingos Almeida;
- José Manuel Gomes Neves;
- Délio Neves Raimundo;
- João Fernandes Costa;
- Carlos Manuel Dias Almeida ;
- Orlando Veríssimo Oliveira;
- José Honório Neves Ezequiel;
- Josué Rodrigues Marcelino;
- Argentino Margarido Jeremias;
- José Carlos Ezequiel.

10 de Novembro de 1976
Escritura da Fundação do Clube

29 de Janeiro de 1977
Primeira Assembleia Geral e Eleição dos primeiros Corpos Gerentes

06 de Março de 1977
Inauguração da Sede Social

30 de Julho de 1977
Inauguração do Ringue

03 de Dezembro de 1977
Inauguração da Sala de Convívio

16 de Março de 1978
Filiação na F.P. Colectividades de Cultura e Recreio

05 de Junho de 1978
Inauguração do Posto Médico

30 de Junho de 1978
Ampliação da Sede Social

01 de Julho de 1978
Filiação na Associação de Atletismo de Setúbal

10 de Junho de 1979
Apresentação de uma peça de Teatro " A Promessa"

01 de Julho de 1979
Filiação na Associação de Boxe de Setúbal

20 de Agosto de 1980
Filiação na A.F. Setúbal

14 de Setembro de 1980
Filiação na Federação Portuguesa de Futebol

04 de Outubro de 1980
Primeiro Jogo de uma equipa de Futebol do G.D. Alfarim
Taça Amizade: G.D. Sesimbra 1-3 G.D. Alfarim

15 de Fevereiro de 1981
Inauguração do Complexo Desportivo

09 de Abril de 1981
VOTO DE LOUVOR da Presidência da Câmara Municipal de Sesimbra

31 de Agosto de 1982
Decretado INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA
In Diário da República (II Série), nº201 de 31/08/1982

12 de Novembro de 1983
Homenagem a Jesus Homem Francisco

14 de Dezembro de 1986
1º Corta-Mato de Atletismo do G.D. Alfarim

07 de Junho de 1987
Inauguração do Court de Ténis

15 de Junho de 1988
Filiação na Federação Portuguesa de Ténis

26 de Novembro de 1992
Assinatura do Protocolo do Plano de Desenvolvimento do Atletismo do Concelho de Sesimbra

14 de Agosto de 1997
Inauguração do Pavilhão Gimnodesportivo

11 de Outubro de 1998
Inauguração do Campo de Futebol de Sete no Complexo Desportivo

02 de Abril de 1999
1º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim

Junho de 1999
Campeões Distritais de Juniores da 2ª Divisão (Época 1998/99)

06 de Junho de 1999
1º Sarau do G.D. Alfarim

21 e 22 de Abril de 2000
2º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim

03 de Junho de 2000
Inauguração da iluminação eléctrica no Complexo Desportivo

9 de Julho de 2000
2º Sarau do G.D. Alfarim

13 e 14 de Abril de 2001
3º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim

5 de Junho de 2001
Bodas de Prata do Grupo Desportivo de Alfarim - 25º Aniversário

8 de Julho de 2001
3º Sarau do G.D. Alfarim

01 de Fevereiro de 2002
O Clube oficializa a sua Página na Internet, On-Line desde 13 Abril de 2000

29 e 30 de Março de 2002
4º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim

14 de Abril de 2002
Pela 1ª vez na História do Clube, a equipa Sénior atinge a Fase Final da 2ª Divisão da AF Setúbal, ao empatar com o Vinhense por 1-1, terminando essa Fase Final na 4ª posição, acabando por não subir à I Divisão Distrital


7 de Julho de 2002
4º Sarau do G.D. Alfarim

18 e 19 de Abril de 2003
5º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim

25 de Maio de 2003
Ao vencer o Botafogo por 1-0, o GD Alfarim garante a subida à I Divisão Distrital da AF Setúbal, pela primeira vez na sua história

14 de Junho de 2003
A equipa Sénior, liderada por Carlos Alberto, conquista o Título de Campeão da II Divisão Distrital de Seniores da AF Setúbal, ao empatar 0-0, com o Fabril "B"

21 de Junho de 2003
A equipa de Escolas do GD Alfarim, liderada por Arménio Pinhal e Ricardo Dias, conquista o Título de Campeão Distrital da AF Setúbal, ao vencer o FC Barreirense, no CD de Palmela por 8-7 após grandes penalidades.

Dezembro de 2003
Aquisição de Autocarro de 26 Lugares, que depois de pintado a rigor, fez a sua primeira aparição numa viagem até Alcácer do Sal, que decorreu sem problemas.

9 e 10 de Abril de 2004
6º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim

27 de Junho de 2004
6º Sarau do G.D. Alfarim

27 de Junho de 2004
Entrega de Medalhões da CM Sesimbra, pela conquista dos campeonatos de Escolas e Seniores da 2ª Divisão na época 2002/03.

25 e 26 de Março de 2005
7º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim

25 de Abril de 2005
Inauguração do Relvado do Complexo Desportivo de Alfarim, finalizado com um Alfarim - Vitória FC que terminou empatado a 4 bolas.

10 de Junho de 2005
A equipa de Infantis, liderada por Arménio Pinhal, conquista o 1º Torneio de Futebol de Sete - Praia '2005 (INFANTIS)

11 de Junho de 2005
A equipa de Escolas, liderada por Ricardo Dias (com Tiago Dias, Ricardo Marinheiro e João Paixão) conquista o Torneio Complementar de Escolas, ao vencer a ACRUTZ por 9-2.

12 de Junho de 2005
A equipa de Escolas, liderada por Ricardo Dias, conquista o 1º Torneio de Futebol de Sete - Praia '2005 (ESCOLAS).

26 de Junho de 2005
7º Sarau do G.D. Alfarim

14 3 15 de Abril de 2006
8º Torneio Infantil da Páscoa do G.D. Alfarim - «Marco Zurga»

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Surf Clube de Sesimbra, um pouco de história, contactos e actividades de verão, 2009

Assim, surgiu a ideia de criar um clube que incentivasse os seus membros à competição e à consequente evolução no seu nível de surf.

O SCS vêm marcar uma nova etapa no surf do Concelho de Sesimbra, mas, mesmo assim, já tinham havido tentativas de se fazer campeonatos na nossa zona. Em seguida é apresentada uma cronologia dos eventos mais importantes no panorama associativo relacionado com o surf, bodyboard e skimming em Sesimbra.

1989 - Campeonato das Bicas

Este foi o primeiro campeonato organizado no concelho de Sesimbra. A loja de artigos desportivos, SAFARI SURF, foi a entidade responsável pela organização do campeonato. Este campeonato foi só de Surf, uma vez que o Bodyboard estava ainda pouco evoluido. As condições do mar apresentaram-se algo adversas, com ondas de 2 metros e pouco, muito mexidas, com bastante força. O vencedor foi um surfista da Costa da Caparica, e depois deste campeonato houve uma paragem algo longa na cena competitiva no concelho de Sesimbra.

1991 a 1994, aproximadamente - Concentrações de Surf e Bodyboard na Praia das Bicas

Foram organizadas várias concentrações de surf e bodyboard na Praia das Bicas, sempre com grande aderência do pessoal participante. O responsável por estas iniciativos foi o Prof. Nélson, docente de educação física, residente no Concelho de Sesimbra. Estas iniciativas ficaram marcadas por episódios de mar muito grande, com muitos nervos e emoção à mistura.

1993 - Campeonato de Bodyboard do Meco

Este campeonato decorreu na praia do Meco em Maio de 1993, com organização do pessoal local. Foi contactado o Clube Naval de Sesimbra, que prestou alguma assistência, e o campeonato foi realizado, com ondas de 2 metros perfeitas, que só pecavam por haver alguns close-outs. A classificação final ficou assim: 1ºGonçalo Franco 2ºSérgio Jorge 3ºBruno Matos 4º"Zé da Preta"

1994 - 2º Campeonato de Bodyboard do Meco

Este campeonato foi organizado por entidades que não pertenciam ao concelho de Sesimbra. Foi o campeonato que mais condições tinha para ser um sucesso: Uma organização experiente, pessoal da Costa de Caparica, com muitos apoios e patrocínios. O pessoal inscrito era da Costa, de Sesimbra, do Meco, etc. O problema deste campeonato foi a falta de ondas. Completamente FLAT!!!

1996 - SampaioSurf 96 - Lagoa de Albufeira

A Associação de Estudantes da Escola Secundária de Sampaio (AEESS) tinha prevista no seu programa a realização de um campeonato de Surf e Bodyboard numa das praias do concelho. Após muitas dificuldades o campeonato era para se realizar no dia 27 de Abril de 1996 na praia da Lagoa de Albufeira, mas as ondas faltaram novamente. O campeonato foi adiado para a semana seguinte, e foi realizado sob um forte temporal de sul, com ondas de 1 a 1½ metros, muito mexidas. Mas como a prova não teve sucesso comercial devido ao forte temporal (não estava ninguém na praia), os patrocinadores (Safari Surf e Rádio Santiago), decidiram repetir a prova. Desta vez a praia estava cheia, mas as ondas estavm pequenas e más, com meio metro on-shore. A classificação do primeiro campeonato ficou assim:

Surf: 1ºRui Marques 2ºLuis Penim "Xixau" 3ºBruno "Pisco" 4ºJoão Pedro

Bodyboard: 1ºBruno Franco "Ganso" 2ºDavid Cordeiro "Russo" 3ºNuno Ferreira 4ºNuno Fachada

No segundo campeonato:

Surf: 1ºJoão Pedro Pinto 2ºMiguel "Bomboca" 3ºRui Marques 4ºRicardo Sousa "Cácá"

Bodyboard: 1ºSérgio Jorge 2ºTiago Ezequiel 3ºBruno Franco "Ganso" 4ºRuben Canteiro

1997 - Estreia do Surf Clube de Sesimbra - Praia das Bicas

Nos dias 25 e 26 de Janeiro de 1997 o Surf Clube de Sesimbra organizou a 1ª etapa do seu 1º circuito intersócios, virando mais uma página na história do surf em Sesimbra. Com 18 participantes, boas ondas a rondar um metro e vento off-shore, a prova decorreu bem, dentro dos possíveis para a altura. Os vencedores acabariam por ser Bruno Saraiva em bodyboard e Ricardo "Cácá" em surf.

Este 1º Circuito Intersócios, que se prolongou durante 5 etapas, teve como vencedores Ruben Canteiro no bodyboard e Ricardo "Cácá" no surf, e terminou com uma memorável festa de entrega de prémios numa discoteca de Sesimbra (a galeria fotográfica contém fotos deste circuito e da festa). Desde então o SCS tem organizado um circuito todos os anos, cada vez com mais nivel e qualidade.

1999 - Escola de Surf e Bodyboard do Surf Clube de Sesimbra

Até esta data, o principal foco do SCS era sem dúvida a competição. Ciente deste facto, os responsáveis da área do desporto da Câmara Municipal de Sesimbra, impulsionaram os responsáveis do clube a dedicarem uma parte dos seus recursos para o ensino e iniciação do surf e bodyboard. Assim, surgiu pela primeira vez no programa de férias jovens de verão da Câmara Municipal, a hipótese dos jovens praticarem surf e bodyboard. Surgiu assim a Escola de Surf e Bodyboard do SCS, que durante alguns anos, só funcionou no verão, neste programa da Câmara Municipal.

2000 - Formalização do Surf Clube de Sesimbra

Já com várias áreas de acção, o SCS crescia cada vez mais, tal como a sua necessidade de melhores apoios institucionais. Desta forma, a organização informal denominada "Surf Clube de Sesimbra", passou a ser uma associação sem fins lucrativos de pleno direito. A escritura de fundação do novo Surf Clube de Sesimbra foi no dia 6 de Junho de 2000.

2001 - Competições Nacionais chegam a Sesimbra

Neste ano, o SCS organizou pela primeira vez no Concelho, provas de âmbito nacional. Em Maio, o SCS realizou na Praia das Bicas uma prova do Circuito Nacional de Longboard, que foi a primeira de muitas provas nacionais de surf, bodyboard e longboard realizadas até hoje.

2002 a 2004 - Circuito Inter-Regional

Entre 1998 e 2001, o panorama competitivo na margem sul do Tejo esteve ao rubro. Três clubes extremamente activos organizavam em simultâneo os seus circuitos regionais/intersócios, o que muitas vezes levava à sobreposição de datas, levando alguns atletas a preferir um circuito sobre outro. Assim, em 2002, o Surf Clube de Sesimbra, a Associação de Surf da Costa de Caparica e o Seixal Surfing Clube juntaram-se e organizaram um único mega-circuito, denominado Circuito Inter-Regional. Inicialmente, as vantagens para os atletas de Sesimbra foram muitas: a competição com os seus homólogos da Caparica, Fonte da Telha e Seixal, levou a uma subida de nível impressionante. No entanto, com o passar dos anos, alguns atletas deixaram de interessar-se, não tendo paciência para se deslocar até à Caparica para competir, quando na realidade estavam mais interessados no espírito de convívio existente nas provas exclusivas do Surf Clube de Sesimbra. Assim, em 2005, o SCS voltou a organizar o seu próprio Circuito Regional, sem no entanto colocar de parte a realização de um novo Circuito Inter-Regional no futuro.

2004 - Surf Clube de Sesimbra introduz o Skimming no seu rol de modalidades

Numa prova à parte do Circuito Inter-Regional, denominada "1º Open Amador de surf, Bodyboard e Skimming", o SCS decidiu incorporar a modalidade de Skimming na prova. O sucesso foi grande, pelo que o Skimming passou a ser uma das modalidades em foco no SCS. É de realçar que a competição de skimming em Sesimbra não começou aqui, uma vez que já tinham existido provas organizadas pela Folha e/ou pelo Clube de Skimming de Sesimbra.

2004 - Escola de Surf e Bodyboard começa a funcionar o ano inteiro

Havendo procura, o SCS proporcionou a oferta. Com um grupo de dois alunos, a Escola de Surf e Bodyboard começou a funcionar o ano inteiro, dando formação hoje em dia a várias turmas.

2005 - SCS afirma-se como um dos clubes nacionais de topo

Após vários anos de existência, em 2005 o SCS esteve em grande plano a nível nacional. Dois dos seus melhores atletas, Gastão Entrudo e Carlos Jorge foram Campeões Nacionais de Bodyboard Sub-18 e Sub-16, respectivamente; além disso, o SCS foi Vice-Campeão da Taça de Portugal e garantiu a qualificação para a finalíssima do Campeonato Nacional de Clubes.

2005 - SCS adquire sede social: a SCS Surf Shop é parte visível ao público

Em 2005, o Surf Clube de Sesimbra realizou um sonho antigo: a aquisição de uma sede social própria. Anos de árduo trabalho em prol do Surf e Bodyboard (e mais recentemente, Skimboard), culminaram finalmente na obtenção de um espaço digno de uma associação que elevou os referidos desportos a um novo patamar no Concelho de Sesimbra. Este novo espaço seria constituido por duas partes distintas:

1 – SCS Surf Shop: um espaço de convívio para os sócios do SCS e não só, onde todos os assuntos do SCS poderiam ser tratados num local aberto todos os dias: inscrições nas provas, inscrições na escola de surf, pagamento de quotas, informações, etc.

2 – SCS Sede Social: A sede social é um local para realização de reuniões de sócios, assembleias gerais, etc. Além disso, é onde está estabelecida a Escola de Surf e Bodyboard, e onde estão guardados todos os documentos e material das provas do SCS.

O Instituto Português da Juventude e a Câmara Municipal de Sesimbra foram importantíssimos neste crucial passo da vida do SCS.

2006 - De novo no pódium da Taça de Portugal

Em 2006 o SCS repetiu o feito de alcançar o pódium na Taça de Portugal, a prova mais importante da Federação Portuguesa de Surf. Desta vez a participação do SCS terminou com um 3º lugar e um desempenho muito sólido.

2006 - SCS ajuda o Skimboard a desenvolver-se a nível nacional

Atento à falta de apoio que o Skimboard sentia a nível nacional, em 2006 o SCS avançou para a realização do Campeonato Nacional de Skimboard, que se repetiu em 2007. Motivada pelo sucesso do SCS, a restante comunidade finalmente colocou de pé um Circuito Nacional em 2008, do qual o SCS organizou uma das etapas. Durante este periodo o SCS promoveu ainda junto da FPS a criação de regras específicas para o Skimboard, uma das maiores lacunas do desporto. Felizmente para a comunidade local, vários foram os atletas do SCS que se sagraram Campeões Nacionais.

2007 - Realização do Bicas Big Wave Surf Challenge

Além de continuar a promover um dos melhores Circuitos Regionais do país e de organizar provas nacionais (etapas do Circuito Nacional de Bodyboard Esperanças e o Campeonato Nacional de Skimboard), o ano de 2007 ficou ainda marcado pela realização do Bicas Big Wave Surf Challenge, prova de ondas grandes só para convidados. As ondas estiveram de facto grandes, num campeonato memorável para todos os envolvidos.

2008 - Atendimento ao público passa a ser efectuado num local mais acessível

Em Setembro de 2008 todos os assuntos relacionados com o SCS passam a ser tratados no Nº37-B na Rua da Fortaleza, em Sesimbra, uma localização muito mais central do que a anterior. Esta alteração é fruto da mudança de local da SCS Surf Shop, onde já previamente eram tratadas todas as questões relacionadas com o atendimento ao público do SCS. No entanto a sede social do SCS mantem-se no mesmo local, embora sirva essencialmente como escritório e base da Escola de Surf, Bodyboard e Skimboard.

Clínicas de Surf, Bodyboard e Skimboard
Verão 2009 - Vagas Limitadas




Contactos
■E-mail:
scs(arroba)scs.pt - substituir (arroba) por @
■Tel/Fax:
210875139
■Telefone:
933845595
■Atendimento ao público:
Horário: Todos os dias das 10h às 13h e das 14h às 19h
SCS Surf Shop
Rua da Fortaleza, Nº37-B
2970-738 Sesimbra
Visite o site da loja em www.scs-surfshop.com!
■Sede Social:
Surf Clube de Sesimbra
Ed. Mar de Sesimbra
Rua Navegador Rodrigues Soromenho, Lote 1A, Loja 5
2970-733 Sesimbra

Fonte: SCS

Marina Fátima, A pintora da côr

Marina Fátima expõe até finais de Agosto no Átrio da Biblioteca Municipal de Sesimbra.

Marina, é a pintora da côr. Independentemente da técnica, do estilo ou da ideia retratada, o brilho e conjugação de cores é uma constante a que, certamente a sua infância em África não é alheia. Gostei imenso!

Deixo-vos alguns dos quadros da pintora:








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Entrevista a Marina Fátima:

O que você faz? Como você se define?
SOU PINTORA A "TEMPO INTEIRO", FUNDADORA E VICE-PRESIDENTE DE UMA ASSOCIAÇÃO CULTURAL CHAMADA ECOSD'ART, PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL DOS BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DA QUINTA DO CONDE - SESIMBRA, ORGANIZADORA DO VOLUNTARIADO PARA IDOSOS ( AULAS DE BARRO, PINTURAS, MÚSICA, LITERATURA, ETC... TUDO O QUE TENHA A VER COM CULTURA), ORGANIZADORA DOS CONCURSOS: QUADRAS POPULARES, CONCURSO LITERÁRIO DE PROSA E POESIA A FORÇA DAS PALAVRAS PARA TODOS OS ESTUDANTES DO CONCELHO DE SESIMBRA, ETC...
DEFINO - ME COMO UM SER HUMANO COM AS LIMITAÇÕES DE UM SER HUMANO, QUE IGNORANTE COMO É, PROCURARÁ ENCONTAR RESPOSTAS E FORMULAR QUESTÕES SOBRE A FORMA DE SE PODER VIVER, CONVIVER, SOBREVIVER NESTE MUNDO ACTUAL. REFUGIO - ME NA SEMIÓTICA, DEFENDIDA POR H. ECO, PROCURANDO QUE VOCÊ DESSE LADO, ME CONSIGA ENCONTRAR.

Qual é sua mensagem?
A ARTE É UM VALOR E NÃO UMA DESPEZA!
A ARTE NÃO DEVE SEGUIR PADRÕES PRÉ- DEFINIDOS, SENÃO MORRE A VERDADEIRA ESSÊNCIA DO ARTISTA.

Sua biografia em quatro linhas
NASCIDA EM 11-09-64 LISBOA-PORTUGAL. INFÂNCIA PASSADA EM ANGOLA.
PARTICIPOU EM VÁRIAS BIENAIS DE ARTES PLÁSTICAS: PORTUGAL, ESPANHA,
FRANÇA;SUAS OBRAS ESTÃO EM MUSEUS, COLECÇÕES PRIVADAS:PRESIDÊNCIA
DA REPÚBLICA PORTUGUESA, TREINADOR DE FUTEBOL ITALIANO DO
INTER DE MILÃO JOSÉ MOURINHO, COMUN. PORTUGUESAS NEWARK;
FRANÇA-GALERIA DE ARTE CONTEMPORÂNEA CHATEAU DES REAUX.

Você publica seu trabalho na rede? Onde podemos vê-lo?
http://marinafatima.blogspot.com/2009_04_01_archive.html (...)

Como nasce uma idéia? O que é para você a inspiração?
NA VERDADE É DIFÍCIL DE DESCREVER DONDE PROVÉM A INSPIRAÇÃO.
TUDO DEPENDE DO MOMENTO,... DAS INFLUÊNCIAS QUE OS NOSSOS
CAMPOS SENSORIAIS CAPTAM NA ESFERA ONDE CIRCULA A DADO
MOMENTO A NOSSA VIDA. ALGO DESPOLETA,... E A DORMIR OU ACORDADA
PASSAMOS PARA UM MUNDO DIFERENTE E SURREAL, DESLIGAMO-NOS DO
PRESENTE, E AÍ VAMOS NÓS.....
O RESULTADO MEUS SENHORES, DEPOIS, SERÁ O QUE IRÃO VER...
ESPERAMOS QUE CONSIGAM ENTRAR!... SE ENTRAREM, ENTÃO IRÃO VIVER OS MOMENTOS SURREAIS QUE ANTERIORMENTE NÓS PASSÁMOS....

O que é arte?
QUALQUER EXPERIÊNCIA SENSORIAL PRODUZIDA NO MOMENTO DA OBSERVAÇÃO DO OBJECTO ARTÍSTICO, DIFERENTE DO QUE SERIA A EMOÇÃO NORMAL A SENTIR, AQUANDO DA OBSERVAÇÃO NAS MESMAS CONDIÇÕES, DE ALGO QUE NOS É COMPLETAMENTE INDIFERENTE.

Três idéias criativas que você gostaria que tivessem sido suas.
NÃO GOSTARIA DE ADOPTAR NENHUMA IDEIA DOS MEUS COLEGAS, MAS SIM ELOGIÁ-LAS E AO MESMO TEMPO AGRADECER POR AS TEREM POSTO EM PRÁTICA; POIS EU SOU "FRUTO QUE BEBE EM MUITAS FONTES" DESDE CIMABUE......

Quando e como você começou a ver você mesma como artista?
DESDE QUE ME CONHEÇO QUE SENTI ESSE VONTADE DE SER....
MAS A VIDA ÀS VEZES CHAMA-NOS PARA OUTRAS SITUAÇÕES ....
E A NOSSA VEIA ARTÍSTICA TEM DE ESPERAR ATÉ QUE UM DIA
ARRANCAMOS E A OBRA FEITA OBRIGA - NOS A CONTINUAR, A
CONTINUAR,...A CONTINUAR...NÃO SEI SE SOMOS ARTISTAS, POIS NÃO
NOS COMPETE DIZÊ - LO, MAS SIM, PROCURAR SÊ-LO!

Por que tantos artistas e criadores têm personalidades voláteis?
SE TODOS FÔSSEMOS IGUAIS, COMO PODERÍAMOS PROFERIR O BELO E O FEIO, DELICADO E O AGRESSIVO, PRETO E O BRANCO...O VALOR ESTÁ NA DIFERENÇA...

Você se considera pós moderna?
ESTA PERGUNTA ULTRAPASSA - ME, DEIXO - A PARA QUEM DE DIREITO...
LIMITO - ME A CRIAR....

Como uma obra artística deve ser avaliada?
PELA SUA PROCURA, PELA NECESSIDADE DE A POSSUIR, PELA SUA HISTÓRIA...

O artista deve se reinventar a cada dia?
O ARTISTA DEVE SER O QUE É. MAS TODOS SABEMOS QUE TAL
COMO A LÍNGUA NADA É ESTÁTICO, TUDO SE MOVE...E NESSE
MOVIMENTO TODOS NÓS NOS MOLDAMOS, MAS NÃO DEIXAMOS
DE SER O QUE SOMOS, NESSE DADO MOMENTO.

Que artistas você admira e de que maneira têm influência em sua obra?
TAL COMO DISSE ANTERIORMENTE, SOU PRODUTO DE TUDO O QUE VI, LI, OUVI, DESDE
CIMABUE...

Qual é sua opinião sobre os subsídios públicos para a arte?
A HISTÓRIA DIZ-NOS QUE O ARTISTA PRECISA DE ENTIDADES
QUE O "PROTEJAM" SEJAM PÚBLICAS OU PRIVADAS:
EX: MÉDICIS, ESTADO, FUNDAÇÕES, etc. NESTE SÉCULO XXI,
MAIS DO QUE NUNCA, ESTES SUBSÍDIOS SÃO PRECISOS, VISTO
QUE A ECONOMIA MUNDIAL ESTÁ A PASSAR UMA GRAVE CRISE.
O ESTADO DEVERÁ PROTEGER A ARTE DITA NACIONAL,
POIS ESTA É UM VALOR, UM PATRIMÓNIO, UMA REFERÊNCIA DA
CULTURA DO PAÍS.
o ESTADO DEVERÁ AJUDAR AS GALERIAS A PROMOVEREM OS
SEUS ARTISTAS ALÉM FRONTEIRAS.
NO ENTANTO NÃO DEVEMOS ESQUECER O GRANDE PAPEL DOS
PRIVADOS NO MUNDO DA ARTE, A ELES DEVEMOS MUITO DO
PATRIMÓNIO QUE PODEMOS HOJE OBSERVAR.

A arte autêntica é a arte necessária?
Nenhuma arte é necessária, é apenas humana.

Você sofre ao se desprender de uma peça que tenha vendido?
É NECESSÁRIO A VENDA...SENÃO TERÍAMOS QUE FAZER UM MUSEU.
E A OBRA COMEÇA A SUA VERDADEIRA HISTÓRIA QUANDO SAI DEFINITAMENTE DO
ATELIER DO PINTOR; COMO UMA MÃE QUANDO SE SEPARA DO SEU FILHO E VAI
SEGUINDO-O OLHANDO A SUA HISTÓRIA...

Ao comprar a obra, estamos mais que nada comprando o artista?
NÃO! O ARTISTA NÃO ESTÁ À VENDA, MAS O RESULTADO DA SUA CRIAÇÃO.

Para a arte não há guia. Como você sabe qual é a próxima coisa a fazer?
PODEMOS PLANEAR A OBRA DENTRO DA INSPIRAÇÃO QUE NOS
VAI CHEGANDO. NO ENTANTO E NÃO SENDO APOLOGISTA
DO CONCEITO QUE A ARTE QUANTO MAIS INÚTIL, MAIS ARTE É...,
DEIXA - ME CAMPO DE MANOBRA PARA CONTINUAR A PLANEAR
NUM ESPAÇO TEMPORAL.
SE A INSPIRAÇÃO FINDOU, TENHO QUE "GUARDA-LA" ESPERANDO
OUTRO MOMENTO, DE MAIOR INSPIRAÇÃO. NO ENTANTO, TAL
COMO UM PESCADOR QUE VAI PESCAR UM DETERMINADO PESCADO,
PODE MOMENTANEAMENTE, ACEITAR OUTROS TIPOS DE PEIXES QUE
NA REDE SE DEIXARAM APANHAR. E, MAIS TARDE VOLTAR À FAINA
QUE O TROUXE ÀQUELE LOCAL.

O que você acha de que grande parte das obras de arte contemporânea que os museus exibem seja de artistas que já faleceram?
A ARTE CONTEMPORÂNEA ACTUAL, TENDO A FILOSOFIA DE QUE,
QUANTO MAIS INÚTIL FÔR, MAIS ARTE É, ACABA POR FAZER
JUSTÍÇA A ELA PRÓPRIA. SERIA DEMAGOGIA SE SENDO TÃO INÚTIL,
ACABASSE POR ESTAR PERMANENTEMENTE EM EXPOSIÇÃO, SENDO
QUE, TORNAR-SE-IA UTÍL, PERDENDO DESTA FORMA O ESTATUTO
DE ARTE.

Que papeis jogam em sua trajetória as figuras de marchante, representante, galerista, e intermediários em geral?
TODOS TêM O SEU PAPEL BEM DEFINIDO DENTRO DO MERCADO DA ARTE.
UM FAZEDOR DE CULTURA NECESSITA DE TODAS ESTAS "PERSONAGENS",
POR FORMA A PODER ESTAR LIVRE PARA PRODUZIR. DANDO A RESTANTE
INICIATIVA ÀS DITAS "PERSONAGENS" PARA QUE POSSAM ESCOAR
O SEU PRODUTO, BEM COMO PARA TRANSFORMAR A ARTE NUM VALOR.
VALOR COM ESCALAS PARA COLOCAR O ARTISTA NUM PATAMAR MAIS
ELEVADO NO MERCADO DA ARTE.

Que tipo de encomendas você costuma receber?
RETRATOS, ABSTRATOS, CARICATURAS, PAISAGENS, CARTOONS, ETC...

Qual de seus trabalhos é o que você mais gosta?
O ÓLEO É A RAINHA NO MEU UNIVERSO PICTÓRICO. A PINTURA A ÓLEO
É A QUE MAIS ME SEDUZ. SENDO QUE, TUDO O QUE VEM DA MINHA
MENTE EU A TRANSFORMO NO PRAZER DE PINTAR.

Você coleciona algum objeto?
SIM, LIVROS DE ARTE, SELOS. POSTAIS, FOTOGRAFIAS, REVISTAS,
PROPAGANDA POLÍTICA, ETC.

Que portais online de arte você freqüenta?
VARIADOS DEPENDENDO DO INTERESSE DO MOMENTO.

O que você aconselharia aos iniciantes?
DIRIA : - "PELO SONHO É QUE VAMOS" TÍTULO DA OBRA DE POESIA DO POETA DA
ARRÁBIDA/SETÚBAL, SEBASTIÃO DA GAMA.

Fonte: http://www.whohub.com/marinafatima

Artes plásticas: Recomendo ainda, a visitar em Agosto de 2009

Na Biblioteca Municipal:





terça-feira, 18 de agosto de 2009

Artes plásticas: A visitar em Agosto de 2009. Recomendo.


Foto de: Luís Filipe Pinto


Até ao final do mês de Agosto pode visitar a 1ª. exposição de artes plásticas de artistas da Casa das Artes de Sesimbra, na Fortaleza de Santiago. Vale a pena!

A mostra apresenta trabalhos de escultura, de Carlos Bajouca (Angola), Moisés Preto Paulo (Portugal), Hans Varela (Cuba), Fernando Nunes (Portugal), Stefano Becari (Suécia) e Cristina Ataíde (Portugal), de pintura, de Tó Morais (Portugal), Henrique Gabriel (Portugal), Marques Alves (Portugal), Ernesto Neves (Portugal), Pé-leve (Portugal), Roberto Bassani (Brasil), Laura Galvão (Portugal), Mané (Portugal) e Augusto Patrão (Portugal), de fotografia, de Rui João Rodrigues (Portugal) e Ana Rita Costa (Portugal), e de cerâmica, de Eduardo Nascimento (Portugal), Maria de Lourdes Brites (Portugal), Carlos Aníbal Matos (Portugal) e Da Silva Vieira (Portugal).

Horário: de segunda a sexta, das 14 às 17.30 e das 21 às 00h, sábados e domingos, das 16 às 19 e das 21 às 00h

O Centro de Documentação Rafael Monteiro



O Centro de Documentação Rafael Monteiro, instalado na Casa do Castelo ou Casa da Junta, onde viveu o erudito sesimbrense Rafael Monteiro (1921-1993), figura de referência do século XX em Sesimbra pela sua obra vasta e valiosa em domínios tão diversos como a História, a Filosofia, a Arqueologia e a Etnografia, visa a promoção, o incremento e a divulgação da investigação em torno da temática dos castelos e da história local, uma vez que se encontra integrado no Castelo de Sesimbra.

Criado em Abril de 2000 e enquadrado numa estratégia de revitalização do monumento, o Centro de Documentação funciona como um serviço complementar da visita ao Castelo, e como um serviço de apoio pedagógico às escolas.

Este espaço de acesso livre é constituído por uma sala de leitura geral, que oferece aos vários públicos o serviço de leitura presencial do seu fundo, constituído por material para crianças, jovens e adultos sobre a temática dos castelos e sobre o concelho de Sesimbra.

A nível de equipamentos dispõe de 2 computadores que permitem a realização de trabalhos, para além da consulta da Internet, e de um quiosque de acesso à Internet, no âmbito do Projecto Península Digital. São disponibilizados serviço de reprografia e impressão de documentos.

Dispõe ainda de um serviço de informação turística onde o visitante pode obter informações sobre o Castelo de Sesimbra e sobre o concelho e de um posto de venda de edições municipais.

Numa outra sala do Centro está patente ao público uma exposição permanente bio– bibliográfica sobre Rafael Monteiro, onde o visitante pode conhecer pormenores da sua vida e obra.

CONTACTOS:
Tel.: 21 268 07 46
Horário de Verão
(de Junho a Setembro)
Das 9.30 às 13.30 e das 14.30 às 18h
Horário de Inverno
Das 9.30 às 13 e das 14.30 às 17.30h

Fonte: CMS
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Um dos títulos fundamentais da bibliografia de Rafael Monteiro, editada pelo autor no início da década de sessenta. A edição deste livro refere-se a textos sobre a actividade marítima, escritos de natureza historiográfica ou etnográfica com um cariz literário, designadamente crónicas, pequenas novelas e alguns poemas.
Rafael Monteiro, autodidacta e polemista por natureza, deixou uma vasta e valiosa obra nos domínios da História, Filosofia, Arqueologia e Etnografia. Esta reedição presta homenagem àquele que consagrou a sua vida na defesa da terra sesimbrense.

Edição - Câmara Municipal de Sesimbra
Autor - Monteiro, Rafael Alves
Título - Alguns Mareantes Desconhecidos da Terra de Sesimbra e outros textos

Clube Naval Sesimbra

HISÓRIA

O Clube Naval de Sesimbra fundado, em 4 de Setembro de 1930, por entusiastas da pesca e dos desportos naúticos, desde a primeira hora, perceberam, e bem, que a Vila de Sesimbra era uma excelente estância balnear marítima, dotada de características ímpares no mundo, que devia possuir um centro de pesca desportiva e de desportos náuticos que dinamizassem o turismo da Vila. Na época, era uma visão de futuro inovadora, face aos meios e às mentalidades, mas foi assim que nasceu o Clube Naval, através da iniciativa de prestigiadas figuras sesimbrenses, lideradas pelo Presidente da edilidade, capitão-engenheiro Joaquim Mateus Preto Chagas.

Durante a sua já longa vida, o Clube Naval teve grandes momentos de vivência colectiva, como nos é relatado no livro, "Breve História do Clube Naval de Sesimbra", de António Reis Marques. Desde a participação na Tarde Náutica Infante D. Henrique, em Setembro de 1940; passando pelas Festas dos Pescadores de Sesimbra nos anos subsequentes; à natação, com a 1.ª Travessia da Baía em 1946; ao lançamento ao mar da jangada-escola em 1952; o Clube Naval foi uma associação voltada para o mar com o espírito em terra e o grande dinamizador e a potencial locomotiva das actividades náuticas da época, sempre com grande participação e envolvência da comunidade piscatória e em prol da Vila de Sesimbra.
Foi esse espírito fomentador das actividades náuticas e testemunho que passou através dos vários corpos directivos do Clube Naval, que, com trabalho e dedicação, fizeram o seu melhor ao longo destes 75 anos e conseguiram bons resultados nas actividades então desenvolvidas, designadamente na natação e caça submarina, onde os atletas do CNS se destacaram a nível nacional e internacional.

Mas a dificuldade de acesso ao mar, associada à precaridade das instalações náuticas de apoio, impunha limites inaceitáveis à continuidade e desenvolvimento das actividades do CNS. Apesar dessas dificuldades, o Clube manteve a operacionalidade e o apoio aos seus sócios com as actividades de fundeadouro e grua, alargando o âmbito das suas actividades náuticas para a vela e a pesca desportiva. Uma nota de relevo para a organização do Campeonato Europeu de Caça Submarina em 1980, que foi um honroso sucesso para a modalidade, para o Clube e para o nosso país.

A partir de meados da década de noventa e até à actualidade, nomeadamente com a instalação do Porto de Recreio em 1999, o Clube Naval ganha mais importância no contexto portuário, como unidade económica e dinamizador da expansão turística e das mais diversificadas actividades náuticas, com relevante sucesso a nível protocolar com a Câmara e escolas concelhias. Aumenta abruptamente o número de associados, ganha dimensão, cresce o número de praticantes nas secções desportivas, designadamente na nova secção de canoagem, e surge o projecto da nova sede social que hoje é uma realidade.

Em 2004, o Clube Naval de Sesimbra apostou forte na realização do 40.º Campeonato do Mundo de Pesca de Alto Mar, para repetir o sucesso alcançado por Sesimbra em outros prestigiados eventos marítimos, devido às suas qualidades pesqueiras e mar azul, e como factor de promoção e dinamização do turismo de qualidade ligado ao mar e à pesca. Nunca é demais recordar que o mar e a pesca continuam a ser a alma da Vila de Sesimbra, enquadrados pela beleza da Arrábida, a imponência do Cabo Espichel, o que associado à memória dos espadartes e ao turismo da "piscosa Sesimbra", como Luís de Camões a designou nos "Lusíadas", proporciona histórias inesgotáveis de grandes peixes e de valorosos e bravos pescadores.

Hoje, com os seus 75 anos de história e a obra feita à vista de todos, o CNS atinge um patamar de desenvolvimento assinalável, estando dotado das infra-estruturas adequadas e necessárias para ser considerado um clube náutico de classe europeia e pólo de desenvolvimento social e desportivo para a Vila de Sesimbra.

LOCALIZAÇÃO - C. N. S.



Hoje, com a sua Nova Sede, inaugurada em 10 de Setembro de 2005, o Clube Naval de Sesimbra situa-se no porto de abrigo, mais própriamente junto à Marina ( porto de recreio náutico ).

Mantendo ainda anteriores instalações destinadas agora a outros fins.

Nomeadamente a antiga sede inicial (fixa 1940, já que houve outras antecedentes desde 1930), situada Avenida dos Náufragos (via Mar e Sol).

INSTALAÇÕES - C. N. S.

A primeira sede foi instalada no primeiro andar de um edifício camarário, situado no Largo António José d' Almeida, como então se chamava o Largo do Município, e cedido provisoriamente.

Em Abril de 1932 a Câmara, ainda da presidência do capitão Preto Chagas, obtém a cedência, mas a título precário, de parte do piso térreo do edifício, na Fortaleza de Santiago, em cujo primeiro andar funcionava então a Delegação Marítima de Sesimbra.

Porém, no ano de 1939, o Clube foi notificado para abandonar essas instalações, dado que o Comando Geral da Guarda Fiscal precisava delas para a colónia balnear infantil dos seus serviços sociais, que ali ainda se mantém.

Assim, no início de 1940, foi novamente por iniciativa de Preto Chagas, no seu segundo mandato como Presidente da Câmara, que viria a solucionar o problema, passando o C.N.S a ter sede no prédio situado na Via Mar e Sol – o belo e genuíno nome da nossa avenida marginal.

Entretanto, e porque o imóvel era já manifestamente exíguo para o crescimento registado em todas as actividades do clube e seu número de associados, a partir da década de 70. O posto náutico com seus serviços de apoio, e pouco depois também a direcção e os serviços administrativos foram instalados em terrenos da área do porto de abrigo, cedidos a título precário pela Junta Autónoma dos Portos de Setúbal e Sesimbra.

Ainda que sempre se tenha procurado dar-lhes um aspecto acolhedor e funcional, onde os sócios usufruíam de um bar com esplanada, balneários, recolha de barcos, remos, motores e palamentos, serviço de ancoradouro e guindaste, a verdade é que aquelas instalações foram sempre deficientes.

A 10 de Setembro de 2005, a Nova Sede do Clube Naval de Sesimbra é inaugurada. Não esqueçamos que representa um marco na vida do clube, porque vem pôr fim à precariedade e às instalações provisórias que o clube sempre teve durante setenta e cinco anos. Este era um desejo antigo de todos os associados.

É formada por 3 pisos, com uma área coberta total de 895,12 m2, um terraço com 313,75 m2 e uma varanda com 161,45 m2. Sendo a superfície total de pavimento coberto do 1º andar, de 139,31 m2, o R/C com 415,29 m2 e a C/V com 415,29 m2.

A Cave destina-se a armazéns de apoio, ao porto de recreio, á secção de pesca e mergulho, á secção de canoagem, á secção de vela.

Rés-do-Chão destinado a: Serviços Administrativos, Sala de formação de navegadores de recreio, Gabinete da direcção, Posto de vigia, Ginásio, Vestiário, Balneário e Sauna.

1º Andar destinado a convívio para sócios é composto por: Sala de convívio, Bar de apoio, Cozinha, Despensa, Vestíbulo, Terraço Panorâmico.

MARINA - Porto de Recreio do Clube Naval de Sesimbra

A Marina do Clube Naval de Sesimbra, foi um sonho de muitas gerações, uma velha aspiração do Clube Naval e da Vila de Sesimbra. Equipamento Fundamental para o desenvolvimento do Turismo e da Náutica de Recreio, não só no verão, como ao longo de todo o ano, é de salientar que ao largo do Cabo Espichel passam, anualmente, cerca de 40.000 embarcações de recreio, rumo ao Sul, pelo que, se pelo menos 5% destas embarcações viessem a Sesimbra (algumas já começam a ser clientes habituais), a vila conhecerá um acréscimo de alguns milhares de turistas. Para além das vantagens de âmbito turístico e económico que esta infra-estrutura vêm proporcionando, não devem ser esquecidos os postos de trabalho que foram criados, directa e indirectamente, o que constituiu uma mais-valia significativa para a dinamização da economia e para a criação de emprego no concelho.

As obras de construção do Porto de Recreio de Sesimbra, tiveram início, no dia 4 de Dezembro de 199x, sendo decisiva a autorização da obra por parte da Administração de Portos de Setúbal e Sesimbra (APSS). A primeira fase, a obra orçamentada em cerca de 160 mil contos, contou com o apoio da Câmara Municipal de Sesimbra e com os contributos dos sócios do Clube Naval. Os trabalhos de construção estiveram a cargo da Ahslers Lindley Lda., uma empresa especializada na construção de portos de recreio e marinas, de acordo com o projecto.

Fonte: CNS